Novela “Bem-vindos a Beirais (IV)” – resumo dos próximos episódios

bem vindo a beirais rtp resumo novela capitulo episodioBem-vindos a Beirais (IV)– a RTP Portugal divulgou no resumo dos próximos episódios de Bem-vindos a Beirais (IV) que nas estufas, Ramiro fica confuso quando Clara lhe diz que agora ficará ela encarregue do negócio. Em Bem-vindos à Beirais (IV), episódio de quarta-feira, 23 de março – Episódio 259 – No largo, a Banda Filarmónica, dirigida por Júlio, ensaia a sua primeira composição original, que Júlio quer que se torne no hino de Beirais. Na igreja, o padre Justino está desconsolado por não ter angariado quase dinheiro nenhum para levar os miúdos da catequese a verem o Papa, a Fátima. Face às tentativas falhadas do padre, Olga mostra-se determinada em tratar do assunto. No posto da GNR, Júlio escreve a letra para a sua música, mas diz a Vítor que ainda não tem cantor. Para já, diz a Vítor para pedir a Nazaré para a fotocopiar. Em Lisboa, Clara sai do metro e corre para paragem de autocarro. Comenta que Diogo está à espera dela para irem almoçar a um restaurante que serve comida portuguesa com alimentos vindos do campo, mas ninguém lhe responde.

Já Diogo faz um telefonema de trabalho e pára junto a um quiosque a ver os jornais. No minimercado, Olga, Alzira, Hortense e Lúcia costuram pequenas bonecas em pano, mas estão feias e mal feitas. Lúcia pica-se numa agulha e, apesar de não se importar de ajudar os miúdos, acha que ninguém vai comprar aquilo. Olga acaba por concordar e dizer que tem de arranjar outra solução para angariar fundos para a igreja. Na barbearia, Tozé fala de Diana, apaixonado. Júlio e Vítor mostram-se agastados, enquanto discutem possíveis Beiralenses para cantar a música. Farto da conversa de Tozé, Júlio acaba por dizer que aquele assunto morre ali. Na junta, Nazaré fala a Patrícia do bonito poema que Júlio escreveu para uma canção, entrega uma cópia a Inês e a Tânia, e volta a ler a folha que Vítor lhe deu para fotocopiar.

Em Lisboa, Clara pensa em voz alta em ir a pé e um Lisboeta começa a responde-lhe, mas acaba por convidá-la para ir até sua casa. Clara fica indignada e acaba por ir mesmo a pé. Diogo já está à conversa com o dono do quiosque, mas depois farta-se. Antes de ir, o dono confessa-lhe que é natural da Aldeia da Torre. Na funerária, Olga pede ajuda a Joaquim e Moisés para arranjar dinheiro para os miúdos da catequese irem conhecer o Papa a Fátima, pois todo o bom católico devia ver o papa pelo menos uma vez na vida. Olga explica-lhes a operação “Sapato Universal”: a fábrica de sapatos da Venda-dos-Bodes vai deitar fora nessa tarde um monte de sapatos que crescem conforme o tamanho do pé; eles vão interceptar o carregamento e depois põem à venda no minimercado.

Moisés e Joaquim ficam interessados quando Olga diz que 10_ das receitas fica para eles e 90_ para a igreja. Em Lisboa, Diogo e Clara finalmente encontram-se. Diogo começa logo a discutir com Clara por causa do seu atraso e ela acaba por desistir do almoço, dizendo que vai voltar para casa para fazer a mala e que volta para Beirais nesse mesmo dia, com ou sem ele. Explica-lhe que já não é a mesma pessoa e que afinal só sentia a falta da cidade quando estava na aldeia e não se sente bem em Lisboa, e em Beirais tinha emprego e não dependia de ninguém. De volta à funerária, Moisés e Joaquim tiram notas do plano de Olga: um rapaz vai parar uma carrinha pequena com o nome da empresa, um deles fica ao pé dela a inventar que precisa de ajuda para alguma coisa, enquanto o outro tira os sapatos.

Para surpresa de Rita, Clara aparece na casa de turismo a dizer que veio para ficar e que pode voltar já ao trabalho no dia seguinte. Ficam de conversar depois, pois Rita está muito atrapalhada com trabalho, e Clara também tem de ir às estufas falar com Ramiro. Xana entrega-lhe uma cópia da canção que Júlio escreveu sobre Beirais. Clara fica a sentir-se como uma estranha numa terra estranha. Na barbearia, Tozé tenta falar com o senhor Farçadas mas fica a saber que a agência matrimonial fechou e que não têm outro contacto dele. Tozé fica destroçado. Nas estufas, Ramiro fica confuso quando Clara lhe diz que agora ficará ela encarregue do negócio. Tal como fez com Rita, Clara inventa uma desculpa para Diogo não ter vindo com ela, e depois aprova a ideia de Carlos de plantar coqueiros.

Novela “Bem-vindos à Beirais (IV)” RTP Portugal: resumo dos próximos episódios

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Em Bem-vindos à Beirais (IV), episódio de quinta-feira, 24 de março – Em função da transmissão da minissérie “Mary”, o episódio desta quinta-feira de Em Bem-vindos à Beirais (IV) não vai ao ar. Mas continue ligado para não perder as surpresas da novela, que voltará a ser exibida amanhã.

Em Bem-vindos à Beirais (IV), episódio de sexta-feira, 25 de março – Em função da transmissão do programa “Terra Prometida”, o episódio desta sexta-feira de Em Bem-vindos à Beirais (IV) não vai ao ar. Mas continue ligado para não perder as surpresas da novela, que voltará a ser exibida amanhã.

Fonte: RTP – Rádio e Televisão de Portugal

Vem por aí nos próximos episódios da novela Em Bem-vindos à Beirais (IV) – Em casa, Clara experimenta o vestido que pensou usar essa noite na sociedade mas sente-o mais apertado. Diogo desvaloriza e acha que ela está perfeita. Frustrada, Clara admite que, por mais cuidado que tenha, engorda sempre na altura do Natal. Custe o que custar, dia um de janeiro vai começar uma dieta para perder os três quilos a mais e pede a Diogo que alinhe para a ajudar. Pouco convicto, Diogo fica de pensar no assunto. Rita e Tiago planeiam a noite e acabam por decidir jantar um fondue com os miúdos e depois irem ter com os amigos à festa da sociedade. Inês e Dinis vêm do quarto; Inês deita-se no sofá a ver televisão e Dinis traz o órgão musical que Rita lhe tinha pedido.

Rita decidiu que no próximo ano vai aprender a tocar um instrumento e o órgão vai ajuda-la a decidir qual. Tiago apoia a ideia e sai com Rita para o trabalho. Na sociedade, Susana conta a Marina que ela e Nuno pensaram aliar-se à igreja e fazer angariações de comida para o ano que vem. Assim também acabavam por ter algo só dos dois. No consultório, Nazaré expressa a Nuno o seu desejo de voltar a ser mãe para o ano e de começar já a tomar os suplementos para preparar o corpo. Carlos esforça-se por apoiar a mulher, mas não consegue disfarçar algum desconforto. Na rádio, Carlos e Diogo desabafam sobre a resolução do ano novo das mulheres. Carlos confessa que não quer ter mais filhos e, como não consegue dizer a Nazaré, vai ter de improvisar uma forma de não ter.

Diogo também não quer que Clara perca as curvas, nem comer só legumes durante um mês. De volta à sociedade, Marina diz a Luís que o ano que vem vai ser o ano em que vai começar a ler mais. Luís acha uma ótima ideia e oferece-se para lhe emprestar alguns livros se ela quiser. Marina lê-lhe excertos de um livro que já lhe emprestaram e que conta a história de uma rapariga que foi deixada pelo namorado e de como sobreviveu. Luís não resista em dizer o que pensa desse tipo de livros: uma porcaria e uma perda de tempo. Marina fica desanimada e vai atender uns clientes. Em casa, Rita toca órgão para desespero de Dinis e Marta. Tiago chega a casa e Rita para cumprimentá-lo.

Rita mostra-se empolgada e decide optar mesmo por aprender piano, pois até tem algum jeito. Os restantes disfarçam o desânimo. Na sociedade, Tiago, Nuno, Luís e Diogo jogam snooker e bebem cervejas, enquanto conversam sobre as resoluções das mulheres. Nuno admite que não aguenta mais um projeto da Susana, pois nesse momento nem para ele tem tempo. No entanto, não sabe como o dizer sem parecer egoísta. Luís mostra-se igualmente preocupado por Marina querer partilhar excertos de livros que ele considera muito maus, e ser-lhe difícil não a desapontar. Diogo acaba por afirmar que está disposto a fazer jogo sujo para impedir os desejos de ano novo.

No minimercado, Olga aparece para comprar bolachas para essa noite, pois vai ficar a tomar conta da criançada toda para os pais poderem beber à vontade. Alzira desespera com Nazaré, Clara e Tiago que procuram cuecas, sementes de linhaça e carne para fondue, respetivamente. Depois desabafa que, por mais que se tente precaver para não faltar nada na passagem de ano, inventam sempre qualquer coisa que ela não vende. Na junta, Nazaré pede a Carlos que lhe compre as cuecas para a passagem de ano quando for à cidade. Carlos mostra-se aborrecido porque é todos os anos a mesma coisa. Nazaré pensa que era bonito se o seu filho mais novo fosse fruto da passagem de ano.

Desesperado, Carlos acaba por insinuar que não quer ter mais um filho mas, perante a tristeza que Nazaré, disfarça dizendo que está com um problema. Inês está irritada por Rita e Tiago a terem deixado a tomar conta de Marta e Dinis, que está com febre. Aborrecidos, os três continuam o jogo de tabuleiro. Na sociedade, está tudo preparado para a festa de passagem de ano. Os Beiralenses conversam, dançam música popular, jogam snooker. Carlos conta a Diogo que inventou que tinha um disfunção e que agora a Nazaré anda toda compreensiva.

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